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Forja

Trilhas hands-on · mentoria ao vivo

Trilhas hands-on: você sai com um sistema publicado, não só com um certificado.

Três trilhas, uma base: 25 encontros de duas horas em que você constrói o seu projeto e o mentor acompanha a sua tela.

  • 25encontros de 120 minutos
  • 2encontros por semana
  • 0tarefas para fazer em casa

O loop infinito de faz e desfaz que trava o iniciante não é falta de talento. É ausência de travas.

Não é aprender a escrever prompt. Sem documentação, contexto, processo e arquivos configurados, a inteligência artificial opera sem restrição, e o projeto nunca fecha. Ninguém mais tem cem horas para assistir aula. O que falta não é digitar código: é saber começar um projeto, organizar o que ele precisa e entregar.

Para quem é

  • Quem estudou tecnologia, na faculdade, em curso técnico, em bootcamp ou por conta própria, e nunca levou um projeto do começo ao fim
  • Quem já entregou o projeto de um curso seguindo o passo a passo e não consegue repetir sozinho
  • Profissionais em transição de carreira que precisam entregar algo concreto
  • Quem tem TCC, projeto de mestrado ou portfólio para entregar e não sabe por onde começar

O que esta mentoria não é

  • Não é curso de lógica de programação do zero
  • Não é maratona de videoaulas
  • Não é conteúdo genérico de guru

Se você nunca abriu um terminal, tudo bem: o Bloco 1 existe para isso. O que a gente confere na primeira conversa é a base, lógica, arquivos e pastas. Se ela faltar, o ponto de partida é outro, e a gente diz antes de você pagar.

Como é uma sessão de 120 minutos

Este perfil de aluno não faz tarefa por conta própria. A mentoria foi desenhada assumindo isso, não lutando contra: o trabalho que outros cursos empurram para casa é executado aqui, ao vivo, com acompanhamento, em turma de até três, para o mentor conseguir olhar a tela de cada um dentro dos 75 minutos.

  • 10min

    Conceito

    Para que serve e onde entra no seu projeto

  • 20min

    Demonstração

    Na tela, do zero, sem cortes

  • 75min

    Você executa

    Na sua máquina, com o mentor acompanhando

  • 15min

    Fechamento

    Atualização do estado do projeto

Três trilhas, uma base

A base é a mesma para todos: 25 encontros de 2 horas, ao vivo, 2 por semana. O que muda é para quem é, e o sprint que vem depois dela.

  • Trilha Padrão

    Inscrição aberta

    Para quem estudou tecnologia e ainda não levou um projeto do começo ao fim

    + Sprint TCC · opcional

    Encontros
    25 encontros
    Ritmo
    2 por semana, de 2 horas
    Duração da base
    cerca de 3 meses
    Conclusão
    dezembro de 2026

    O Sprint TCC, com 16 encontros, vem depois da base e é oferecido a quem tem TCC para entregar. Quem tem banca marcada confere a data de conclusão contra ela antes de se inscrever.

    Quero me inscrever
  • Trilha Mestre

    Em construção

    Para quem está no mestrado e precisa entregar o projeto

    + Sprint Projeto · opcional

    Encontros
    25 encontros na base
    Ritmo
    2 por semana, de 2 horas

    A base é a mesma da Padrão. O Sprint Projeto já tem formato, 16 encontros, e o conteúdo está sendo escrito. A inscrição abre quando ele estiver pronto.

  • Trilha Enterprise

    Em construção

    Para a empresa que contrata, com o projeto dela

    + Sprint Setup + CyberSecOps · incluso

    Encontros
    25 encontros na base, mais o sprint
    Ritmo
    2 por semana, de 2 horas

    Aqui quem contrata é a empresa, e o projeto é dela. O sprint vem incluso e o conteúdo está sendo escrito. Até a inscrição abrir, a conversa é pela consultoria para empresas.

    Falar da consultoria para empresas

Só a Trilha Padrão está com inscrição aberta. A Mestre e a Enterprise aparecem aqui para você saber o que vem, sem prazo prometido. Quem está no mestrado já pode começar pela base, que é a mesma.

O calendário conta a partir do mês em que a sua turma começar. Turmas de até três pessoas: acompanhamento ao vivo não escala.

Sessão 0: nivelamento

Trinta minutos, individual. Não é prova, é calibragem: define por onde a Sessão 1 começa para você, qual trilha é a sua, e se um sprint faz sentido depois da base.

Não tem resposta errada, e marcar zero não impede você de entrar: muda só por onde a Sessão 1 começa.

Responder o nivelamento agora

  1. 01Abre o terminal e sabe onde está?
  2. 02Tem Git instalado?
  3. 03Tem Node instalado?
  4. 04Já usou uma IDE ou apenas editor de texto?
  5. 05Já publicou alguma coisa na internet?

A trilha, bloco a bloco

Ferramenta só entra quando a anterior obriga. Você começa conversando, passa a trabalhar dentro do projeto e termina no terminal, e cada passo só chega quando o anterior deixou de dar conta. Metade da trilha é preparar o terreno, porque é o que decide a qualidade da outra metade.

01ExistirChatTodo mundo com a máquina pronta e a visão geral do caminho
  • Visão geral antes de começar: o que cada ferramenta faz e onde ela entra na sua entrega
  • A primeira conversa que resolve um problema de verdade seu, em 5 minutos
  • Git, Node, IDE e conta no GitHub configurados com você, na sua máquina, na sessão
  • Setup é responsabilidade da mentoria, não tarefa de casa: seja em turma de um ou de três, ninguém sai daqui com o ambiente pela metade
  • Primeiro ciclo completo: clonar, editar, commit, push, ver no navegador

EntregaSua máquina funcionando e o projeto vazio no ar, com link público

02Qual IA, qual modelo, quandoAs superfíciesO bloco que praticamente ninguém ensina
  • Cinco superfícies, não cinco concorrentes: conversa para pensar, projeto para trabalhar, terminal para construir, desenho para decidir uma tela, e navegador para o que vive fora do editor
  • Cada uma resolve bem o que as outras resolvem mal, e usar a errada é o que faz parecer que a IA não funciona
  • Por que existe mais de um modelo: capacidade, velocidade e custo
  • O padrão que você leva para a vida: planeja no modelo forte, executa no intermediário
  • Assinatura contra cobrança por uso, e onde conferir o preço atualizado em vez de decorar número
03Conduzir a IACoworkNão é prompt: é organizar o projeto para a IA trabalhar dentro dele
  • O que trava um projeto não é o prompt, é a falta de organização em volta dele
  • Pedido vago contra pedido delimitado, comparados na tela
  • O projeto no Cowork: a pasta do seu computador conectada, com arquivos, instruções e memória próprios
  • Deixa de ser conversa na nuvem sobre um código que a IA não vê
  • Pedir o plano, revisar, só então liberar a execução
  • As travas viram instruções escritas do projeto: não remover função existente sem avisar, não trocar biblioteca por conta própria, propor antes de reescrever
  • Boas práticas que evitam retrabalho: o que mora no arquivo .env, por que ele fica fora do repositório, e o que se versiona no lugar dele
  • A rede que protege o seu trabalho: commit como ponto de retorno, branch para experimento, e o que nunca colar em uma IA

EntregaVocê quebra o projeto de propósito e volta sozinho

04Documentar e começar do zeroCoworkComeçar um projeto do zero é técnica, e ela se aprende
  • O problema vem do seu trabalho, da sua cidade ou de um processo que você conhece. Nunca inventado
  • Recortar até caber no prazo real, com a lista do que fica de fora por escrito
  • Documentar não é escrever um arquivo: é montar o conjunto que segura o projeto de pé, o que ele é, o que ele não é, o que já foi decidido e o que ainda falta
  • Onde cada documento mora, quando se atualiza, e por que documento desatualizado atrapalha mais que documento ausente
  • O PRD escrito junto com a IA, não por ela, e salvo na pasta conectada
  • A partir daí ele é lido em toda sessão, sem você colar nada
  • Três entradas possíveis: sem direção, com TCC ou mestrado já definido, ou sem vínculo acadêmico

EntregaA documentação do seu projeto montada e versionada

05Preparar o Claude CodeClaude CodeO bloco que decide a qualidade de tudo que vem depois
  • Instalação, autenticação, e a diferença entre o que se configura uma vez para todos os seus projetos e o que é só deste
  • O arquivo de regras do projeto: o que a IA lê antes de qualquer pedido seu, e por que ele vale mais que qualquer prompt
  • Como escrever instrução que a IA obedece, e por que instrução vaga atrapalha mais que instrução nenhuma
  • A arquitetura declarada por escrito: onde cada coisa mora, o que pode e o que não pode ser criado
  • Habilidades reutilizáveis para o que você repete, em vez de reexplicar toda vez
  • Como o contexto é montado, o que entra nele e o que não deveria
  • Melhorar as regras a partir do que deu errado: cada erro vira uma linha que impede o próximo

EntregaO seu projeto configurado do jeito que o useforja.app foi configurado

06ConstruirClaude CodeUma funcionalidade por sessão, executada ao vivo
  • O terminal entra agora, e não antes: a organização do bloco 3 e a documentação do bloco 4 são o que sustentam ele
  • A diferença que ninguém explica: o Cowork trabalha na pasta e entrega tarefa; o terminal vive no repositório, roda comando, lê o erro e corrige
  • O bloco mais longo, justamente porque a construção deixou de acontecer em casa
  • Ritual fixo, sem exceção: branch, rodar local, testar, aprovar, commit, push, preview, conferir, produção
  • Cinco funcionalidades, escolhidas da sua documentação por ordem de risco: a mais arriscada primeiro, enquanto sobra trilha para consertar
  • O banco de dados entra quando a primeira funcionalidade pede dado, e a chave dele mora no arquivo .env, nunca no código
  • O preview gera link temporário: você testa no celular e envia ao orientador ou ao cliente antes de promover
  • Quando uma tela precisa ser decidida antes de existir, o Design resolve em minutos, sem virar etapa do projeto
07No ar e defensávelClaude CodeDeploy, documentação final e ensaio de banca
  • Publicação de verdade: variáveis de ambiente, a prova em outro aparelho e outra rede, e um nome próprio: domínio seu, se quiser, ou o endereço com o nome do projeto
  • README, decisões de arquitetura e limitações assumidas
  • Justificar stack, banco e escopo sem blefar
  • Declarar o uso de IA como ferramenta: usar é legítimo e é a realidade do mercado; omitir da banca, não
  • Ensaio cronometrado, com o mentor no papel da banca

EntregaProjeto no ar, documentado, e a apresentação ensaiada

08DireçãoNavegadorO horizonte: o que dá para fazer fora do editor
  • A extensão de navegador: o que ela consegue fazer numa página e o que ela pede para conseguir
  • Agendar uma tarefa que passou a se repetir, rodando na nuvem sem depender do seu computador ligado
  • O GitHub como registro do que você construiu, legível por quem for avaliar
  • Editais de inovação: onde ficam, o que pedem, e como um projeto entregue vira uma submissão
  • O que um avaliador procura, e o que derruba uma proposta antes do mérito

O método, que continua valendo se a ferramenta mudar

A trilha usa o Claude porque é a ferramenta que a Forja usa todo dia, e porque escolher ferramenta não ensina nada a quem está começando. Mas o que você leva não é o Claude: é a ordem abaixo, que funciona com qualquer ferramenta que apareça depois.

  1. 01

    Contexto

    organizar o projeto para a IA trabalhar dentro dele, e não sobre ele

    Bloco 3

  2. 02

    Problema e recorte

    a dor real de alguém, cortada até caber no prazo, com a lista do que fica de fora

    Bloco 4

  3. 03

    Documentação

    o conjunto que segura o projeto de pé: o que ele é, o que não é, o que já foi decidido

    Bloco 4

  4. 04

    Configuração

    as regras que a ferramenta lê antes de qualquer pedido seu

    Bloco 5

  5. 05

    Execução

    uma funcionalidade por vez, com o plano lido antes de liberar

    Bloco 6

  6. 06

    Teste e versionamento

    conferir o que já existia antes de publicar, e ter para onde voltar

    Blocos 3 e 6

  7. 07

    Publicação

    no ar de verdade, provado por outra pessoa, em outro aparelho

    Bloco 7

  8. 08

    Defesa

    as decisões e os limites por escrito, e a apresentação ensaiada

    Bloco 7

É por isso que metade da trilha é preparar o terreno. Os passos 1 a 4 não produzem tela nenhuma, e são eles que decidem se os outros quatro funcionam.

Stack única, sem menu de opções

Escolher ferramenta é decisão que consome tempo e não ensina nada a quem está começando. A trilha usa uma só, do começo ao fim, e o Claude é a ferramenta principal: você aprende as superfícies dele uma por vez, na ordem em que o projeto exige. Esta é a stack para aprender o processo, e não a declaração de que ela é a única certa: o que você leva daqui vale nas outras.

  • React + Vite
  • Supabase
  • Vercel
  • Claude
  • Claude Code
  • GitHub

Geradores de aplicação: o que observar

A trilha não usa nem recomenda nenhum deles, e você vai encontrá-los de qualquer forma. Ferramentas como v0, Lovable e Base44 pegam uma descrição e devolvem código funcionando em minutos. O que elas entregam é ponto de partida, e o cuidado é sempre o mesmo.

  • Traga o código para o seu repositório antes de qualquer coisa: enquanto ele viver só dentro da ferramenta, o projeto não é seu
  • Você precisa entender o que recebeu. O que não se entende não se mantém, e é aí que o projeto trava na primeira mudança
  • Configuração e chave costumam vir dentro do código, e precisam sair para o arquivo .env antes de qualquer publicação
  • Confira como se exporta antes de começar, não depois: sair da ferramenta custa mais do que parece

Para decidir uma tela, o Design do próprio Claude resolve sem trazer mais uma ferramenta para dentro do projeto.

O que você leva no fim

  • Um projeto no ar, com link público
  • O certificado Forja de conclusão da trilha, com o link do projeto que você publicou
  • Repositório com histórico de commits legível
  • PRD, README e as decisões de arquitetura documentadas
  • Apresentação de defesa pronta e ensaiada
  • O seu retrato de entrada e o de saída, lado a lado: as mesmas seis perguntas respondidas na primeira conversa e na última sessão
  • O método acima, para repetir tudo isso sozinho no próximo projeto, com esta ou com outra ferramenta

O mínimo para começar

O que você já precisa saber

  • Escrever alguma coisa que o computador executa, mesmo que num exercício de curso
  • Achar, criar e mover arquivos e pastas no seu computador
  • Ter noção do que é um site por dentro: uma parte que a pessoa vê, outra que guarda os dados

O que você precisa ter

  • Um computador com Windows ou macOS, porque o aplicativo de desktop é o que dá acesso à pasta do seu projeto
  • Uma assinatura paga do Claude, em qualquer plano a partir do Pro
  • O navegador Chrome, usado só na última sessão

A sessão de nivelamento confere isso antes de qualquer pagamento. Se algum item faltar, a gente diz na primeira conversa.

Vamos conversar sobre o seu projeto

A primeira conversa é de alinhamento: entender o que você precisa entregar, em que prazo, e dizer com honestidade se esta mentoria é o caminho certo para você.

Retorno em até 2 dias úteis.

Com DDD. É por aqui que respondemos

Se preferir receber a resposta por escrito

Inscrição para a Trilha Padrão: 25 encontros de 2 horas, 2 por semana, ao vivo. Tem banca ou entrega marcada? Marque abaixo e a gente confere a data com você.

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